05.03.2008

•março 5, 2008 • 1 Comentário

Hoje o Supremo Tribunal Federal decide acerca da inconstitucionalidade ou não do art. 5º da lei 11.105, de 24 de março de 2005, Lei de Biossegurança, que reza que é permitida, para fins de pesquisa e terapia, a utilização de células-tronco embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro e não utilizados no respectivo procedimento, atendidas as seguintes condições:

I – sejam embriões inviáveis; ou

II – sejam embriões congelados há 3 (três) anos ou mais, na data de publicação desta Lei, depois de completarem 3 (três) anos, contados a partir da data de congelamento.

§1º Em qualquer caso, é necessário o consetimento dos genitores.

§2º Instituições de pesquisa e serviços de saúde que realizem pesquisa ou terapia com células-tronco embrionárias humas deverão submeter seus projetos à apreciação e aprovação dos respectivos comitês de ética em pesquisa.§3º É vedada a comercialização do material biológico a que se refere este artigo  e sua prática implica o crime tipificado no art. 15 da Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997.

Segue matéria retirada do site O Globo Online.

STF decide futuro de célula-tronco embrionária

 SÃO PAULO – O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quarta-feira uma ação que pede a proibição das pesquisas com células-tronco embrionárias humanas no país, permitidas pela Lei de Biossegurança aprovada em 2005. Veja abaixo algumas informações sobre a polêmica envolvendo as pesquisas com esse tipo de célula no país.* O QUE SÃO CÉLULAS-TRONCO?São consideradas a fonte das demais células e tecidos do organismo. As células-tronco embrionárias são retiradas de embriões humanos com alguns dias de vida e são capazes de produzir qualquer tipo de célula.

Já as células-tronco adultas, que ficam armazenadas no sangue e nos tecidos de crianças e adultos, são mais especializadas e dão origem a tipos específicos de células.

* USO EM TRATAMENTOS

Cientistas têm esperança de que a capacidade de transformação das células-tronco ajude no tratamento de uma série de doenças que afetam milhões de pessoas em todo o mundo, como Parkinson, diabete, Alzheimer além da cura de lesões que deixaram sequelas na coluna cervical, por exemplo.

Os estudos com células-tronco embrionárias são considerados mais promissores devido à capacidade deste tipo de célula de produzir qualquer tipo de tecido, ao contrária da fase adulta, em que as células-tronco já estão especializadas e produzem somente um tipo específico de célula.

* LEI DE BIOSSEGURANÇA

A lei, aprovada em 2005, libera o uso das células-tronco embrionárias em pesquisas ou no tratamento de doenças desde que sejam retiradas de embriões produzidos por fertilização in vitro, congelados há mais três anos, ou que tenham se tornado inviáveis, ou seja, não darão mais origem a um bebê.

Além disso, a lei também exige o consentimento dos genitores do embrião que será usado e proíbe a comercialização desse tipo de célula.

* AÇÃO CONTRA A LEI

Em maio de 2005, o então procurador-geral da República Claudio Fonteles entrou no STF com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o artigo 5o da Lei de Biossegurança, que permite as pesquisas com células-tronco embrionárias.

Fonteles alegou que o artigo fere o princípio constitucional de inviolabilidade do direito à vida humana e da dignidade da pessoa humana como fundamento estabelecido pela Constituição.

O argumento do então procurador é de que a vida tem início no momento da fecundação, o que tornaria o embrião, mesmo poucos dias após a fecundação, um ser humano. O assunto é controverso, pois não existe consenso na comunidade científica sobre o momento em que a vida se inicia.

* POSIÇÃO DA IGREJA

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, entidade que representa a Igreja Católica no país, vem reiterando sua posição contrária às pesquisas com células-tronco embrionárias por também considerar que trata de violação do direito à vida.

O secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, considerou, em entrevista a jornalistas poucos dias antes do julgamento da ação, que “a Lei de Biossegurança abre caminho para a legalização progressiva do aborto e o desrespeito da vida humana”.

A CNBB enviou cartas aos ministros do STF, embora tenha afirmado que sua intenção não é a de pressionar os magistrados, mas sim de se manifestar como qualquer outro membro da sociedade civil.

* PESQUISAS NO BRASIL

De acordo com a geneticista Mayana Zatz, da Universidade de São Paulo (USP), o Brasil não vem realizando pesquisas com células-tronco embrionárias, apesar da lei permitir a prática, desde a contestação do ex-procurador-geral.

A pesquisadora explica, segundo o site do STF, que, com a Adin movida por Fonteles, os comitês de ética em pesquisa, que também têm de aprovar a realização deste tipo de estudos, decidiram não dar sinal verde para novas investidas nesse setor. O país desenvolve, por outro lado, algumas pesquisas com células-tronco adultas, principalmente para tratamento de doenças cardíacas.

Alguns cientistas temem que uma proibição das pesquisas com células-tronco embrionárias deixe o país defasado em relação a outras nações que permitem esse tipo de estudos e afirmam que, se não desenvolver sua própria tecnologia, o Brasil pode ter de arcar no futuro com pesados custos de royalties para utilizar o tratamento desenvolvido em outros lugares.

* APOIO DO GOVERNO

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que se declarou favorável às pesquisas com células-tronco embrionárias, já anunciou que pretende criar a Rede Nacional de Terapia Celular para incentivar pesquisas nessa área.

Segundo dados do ministério, desde 2005, a pasta investiu 18,2 milhões de reais em pesquisas envolvendo células-tronco. Se considerados programas realizados em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia, esse montante ultrapassa a marca dos 24 milhões de reais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se declarou favorável à pesquisa com células tronco embrionárias. Para ele, “o mundo não pode prescindir de um conhecimento científico que pode salvar a humanidade de muitas coisas”.

Série: DR

•março 3, 2008 • Deixe um comentário

Esta é uma nova categoria deste Blog. É um apanhado de todas as melhores respostas coletadas nas famosas DR (Discussão de relação, para aqueles que ainda não sabem). Sejam bizarras, cômicas ou até mesmo trágicas, resolvi compartilhar esta experiência com vocês.

Natal, algum dia de fevereiro de 2008. 

Uma das minhas maiores características é meu mau humor matinal.

Determinado dia, eu cometi um deslize enorme com meu respectivo. Resumidamente, eu fui entregá-lo algo no auge das 8 horas da manhã, e, não me perguntem por qual motivo, eu não dei bom dia, não dei um beijo, não fiz nada: simplesmente ENTREGUEI e saí.

Logicamente, ele ficou extremamente chateado e passou o dia inteiro me dando um gelo. De noite, ele entrou no MSN e eu fui falar. A resposta?

– ENGRAÇADO… DE REPENTE VOCÊ ME CONHECE!

( Depois dessa não consegui pensar em nada para respondê-lo, nem soube com que cara olhar pra ele… 😦 )

Natal, 02 de março de 2008

Estávamos conversando e falamos sobre uma menina. Daí, ele me perguntou se eu a conhecia há muito tempo. Eu disse que não, que a conheci naquele dia mesmo (vale ressaltar que nesse dia, o meu estimado namorado estava com raiva de mim e não falou comigo a noite inteira. 🙂 ). Então, ele proferiu: “vocês estavam num tremendo papo, parecia que se conheciam há mil anos…”. O que ele recebeu como resposta? “POIS É, ALGUÉM TINHA QUE CONVERSAR COMIGO!”

Adoro troca de delicadezas!

Odeio!

•março 3, 2008 • 1 Comentário

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Acho que ninguém mais deve aguentar aquele Panda antes do filme no cinema… Tem gente que já deve até saber aquela fala dele decorada (inclusive aquele tec tec tec das mensagens do celular). Seja o Kung Fu Panda ou não, sempre há aqueles velhos avisos antes de começar o filme: desliguem os celulares, não joguem o lixo no chão, há a informação das saídas de emergência… E, principalmente, mandam os espectadores permanecerem em silêncio.

Uma das coisas que mais me irritam é eu estar no cinema – lotado, principalmente na sessão do Domingo, que só agora descobri que é “dia de namorar” – e ter aqueles mal educados, filhos da mãe conversando…

Ontem fui assistir ao filme Desejo e Reparação (que, honestamente, achei péssimo) e cheguei um pouco atrasada ao cinema. Eu adoro assistir filme na última fileira – ao contrário do meu namorado, que sempre me chama pra sentar nas laterais, porque, segundo ele, não temos de ficar sentado do lado de quem não conhecemos, escutando conversas que não queremos ouvir. Quando entramos na sala, tinham dois lugares vagos na fileira lateral, então meu estimado namorado disse: “têm dois lugares lá atrás também… quer ir pra lá?”. Tive a terrível idéia de concordar e dirigir-me à última fileira, onde sentamos do lado de um casal. Antes de começar o filme, estava um zum zum zum decorrente das conversas paralelas, mas até aí tudo bem… Só que o filme (que é um tanto chato e requer o máximo de atenção possível para você não dormir) começou e o indivíduo ao meu lado continuou a falar… E falar muito.
Depois de um tempo, o bruto (que devia ter no mínimo uns 35 anos de idade) sacou seu celular e iniciou a seguinte conversa, em alto e bom som:

– MAMÃE? Oi, Mamãe… Eu vou dormir em casa hoje! Estou no cinema, chego umas 10 horas. (…) É, mamãe… Tchau mamãe.

Nesse momento, não pude conter uma gargalhada… Não só eu, mas também uma garota sensata que estava a algumas poltronas de distância da minha, que fez o favor de gritar: – CALA A BOCA AÍ! O melhor (ou mais ridículo) de tudo é que a acompanhante do marmanjo ficou REVOLTADA por a menina tê-lo mandado calar a boca – e também por eu ter tido uma crise de riso.

Não sei o que foi pior… O cara estar conversando o filme inteiro, a sua respectiva não ter senso de ridículo e ficar chateada por alguém ter feito o que todos queriam fazer ou o quase-quarentão ter ligado pra MAMÃE pra dar satisfações.

Será que a MAMÃE não te deu educação não, ô palhaço?

As devantagens de ser uma Maria Palheta.

•fevereiro 13, 2008 • 1 Comentário

              Para melhor entendimento desse texto acesse: https://littlesisters.wordpress.com/2007/12/11/as-vantagens-de-ser-uma-maria-palheta/            

              A alguns post´s atrás nós proferimos acerca das vantagens de ser uma Maria Palheta. Agora eu, Daniella Aloise, como namorada de um guitarrista de 2 bandas, venho relatar a realidade bem distinta. Quando vemos de fora e não presenciamos a real vida de uma Maria Palheta acreditamos que tudo é lindo, afinal, o que é de longe encanta ne?! só o que é de perto que realmente espanta.            

              Antes ao olhar como um cão farejador, que realmente não tem habilidade ao enxergar, procurava alguém que eu realmente amasse, e me ludribiei ao achar numa conversa o quão parecido com o homem que eu desejava estava um guitarrista. Foi um pouco após o post “As vantagens de ser uma Maria Palheta” que comecei a ficar com um guitarrista, o post foi algo ao acaso, num período que estávamos convivendo muito com pessoas de banda, e chegamos a uma análise fundada na observação. Não bastou uma semana e Luiza olhou pra mim falando “Acho que agora você vai ter que fazer um post das desvantagens”, eu respondi: que nada, acho que em tudo que conversamos estávamos corretas, DOCE ILUSÃO.            

              Enfim, vamos ao que interessa, Vou colocar na ordem do post das vantagens para facilitar aos leitores. Achei um cara de banda solteiro, ele ligou no outro dia, mesmo tendo obtido o número errado ele buscou a correção. Ele se importa comigo, fala palavras bonitas, eu levo o título de emo, mas é ele o emotivo, acho que é mais “mulher” da relação que eu. Ele não se importa de discutir a relação, gosta até mais que eu, faz questão, tudo isso é fato, mas nem tudo que reluz é ouro.

              Desvantagens: A banda dele pode até não fazer muito sucesso, porém tocam muito, a ponto de você não aguentar acompanhar, e serem esses shows(alguns ou grande maioria) nos lugares aonde você mais odeia ir, o que não favorece, ouvir as mesmas músicas quase sempre, não ajuda, nem muito menos ficar sozinha enquanto ele toca, nos casos em que nenhum dos seus amigos podem ir. A música “feita sobre encomenda” pra mim ainda não rolou e por mais que você fique em localização vip e entre em vários locais de graça, muitos você nem quer está lá e muitos são em dias que você simplesmente só ta afim de ir a um cinema com a pessoa que você ama. Não existe limite nem pra o dia do aniversario do seu pai, nenhuma excessão, é preciso tocar. Há muita falta de veracidade na questão de se desapegar, muito pelo contrário, o cara pode ser a visão máxima do inferno, o que não falta e piriguetes soltas por aí, que não medem esforços nem na sua frente quanto mais quando você não está presente, se você marca bobeira, não tem Santo Antonio que sustente um namoro, afinal homem tem PINTO, não cérebro. A minha maior surpresa foi o que eu achava que tinha mais fundamento, eles não choram, pelo contrário, os mesmos tem medo de chorar. Podem até serem estilosos, mas a grande maioria das vezes e quando estão tocando, não é pra chamar sua atenção, por que essa, ele já tem.

            O que mais assombra é que você pode torna-se um nada comparada a guitarra dele, que ele vê como uma deusa suprema, não tem nem desculpa do tipo é dela que tiro o meu sustento, só no caso de a banda ser sucesso nacional, o que convenhamos, não é o caso dos nataleses, que mal são localizados no mapa. É com a guitarra deles que gastam horrores, e penam para um cartãozinho. Ouvir um solo dificílimo de fazer é o mesmo que ter um orgasmo, mas fazer a gente ter um que é bom nada (Calma, leitores, ISSO FOI SÓ UMA PIADINHA). Finalmente posso confirmar com o final do outro texto, por fim só SÃO HOMENS E HOMENS SÃO HOMENS.

Sem título.

•janeiro 26, 2008 • Deixe um comentário

Uma vez uma grande amiga minha disse que eu fico cega quando estou apaixonada. Que fico agindo como se o felizardo (ou azarado?) fosse a pessoa mais sem defeitos do mundo, como se todas as suas atitudes fossem para o meu bem, como se tudo fosse cor-de-rosa e perfeito. Como se eu fosse o centro do mundo. Essa mesma amiga minha, em 2005, me enviou uma carta (eu, no auge de uma das minhas eternas dores de cotovelo) dizendo: – Luiza, se toca! Você não é a Terra e ele não é o Sol pra girar ao seu redor.

Não sei bem porquê, mas agradeço a essa minha amiga por essa frase. Nem tem tanto efeito assim. Mas, há três anos, nunca a esqueci. E olha que o Sol da vez nem era importante. Era um merda. Mas por que será que só enxerguei isso depois que fugi do que eu supostamente sentia por ele? Minha amiga, como sempre, tinha razão. Eu estava cega.

Ocorre que eu passei um bom tempo cega. E agora… Agora as coisas estão bem mais claras. É um sentimento de decepção, sabe? Mas decepção comigo mesma. Vontade de voltar atrás e não ter sido tão boba. Talvez eu tenha sido certa de não acreditar em tudo (na verdade, em quase nada) que me disseram, de sempre desconfiar e de, hoje, acordar para os fatos e ver que, realmente, aquilo não era o melhor pra mim. Na verdade, talvez nunca tenha sido. Isso não ta sendo uma sensação de arrependimento, nunca. Não sou do tipo que se arrepende. Só que, como outra amiga minha diz, eu sou inocente. Besta. Burra. Acredito em tudo quando estou cega.

Acho que o livro que há pouco terminei de ler – Travessuras da menina má, de Mario Vargas Llosa – fez com que eu ficasse tão desiludida, tão triste em ver como uma pessoa pôde (mesmo na ficção) se martirizar tanto, ou estar sempre disponível quando, entre tantas idas e vindas, tanta humilhação, tanto desespero, tanta falta de respeito e de estima, ou, simplesmente, amar e ter tanta devoção a alguém que não merece. “A velha história estava pra se repetir. Nós íamos conversar, mais uma vez eu me renderia ao poder que ela sempre teve sobre mim, viveríamos um breve e falso idílio, eu criaria todo tipo de ilusões e, na hora menos esperada, ela ia desaparecer e eu, machucado e zonzo, ficaria lambendo minhas feridas (…)” (p. 171).

O que leva uma pessoa a amar tanto, a ponto de esquecer de si mesma? O amor por si e consigo mesmo é o mais importante que um ser humano pode ter. O motivo é óbvio. Todos estão suscetíveis a te decepcionar. Inclusive você mesmo. Contudo, é mais fácil perdoar a si, pois os motivos são conhecidos íntimos, amigos de longa data e extremamente plausíveis, ou, pelo menos, compreensíveis. Você sempre estará ali pra você mesmo. Por isso, deve se amar acima de qualquer outra pessoa. Mas não só por isso. É necessário se admirar, progredir, crescer, para que possa sentir orgulho de si mesmo, dizer: “Caralho, eu sou foda”. Fazer com que as pessoas também digam isso, pensem isso, te tenham como paradigma. Como um (bom) exemplo. As pessoas, os acontecimentos, tudo que te rodeia são conseqüências do que você é, do que você faz. E aí, então, você se torna alguém único, especial, insubstituível.

Insubstituível… é tão comum ouvirmos esta palavra. “Você é insubstituível!”. Claro. Cada um é insubstituível, por si só. Mas por que a tendência é tentar substituir as pessoas/coisas que já não estão na sua vida? Não é raro uma pessoa namorar 8, 10 anos e, após esse relacionamento acabar, começar um outro, durar dois meses e, após esse “longuíssimo” período, casar. É muito irônico isso. As pessoas tornam-se fungíveis. Como uma produção em massa, como um grãozinho de arroz no meio de tantos outros. Não faz diferença estar com um ou com outro. Por quê? O porquê também é bem óbvio. Porque você (fraco de espírito) substitui. Faz as mesmas coisas que costumava fazer (como, por exemplo, brincar de um determinado jogo), diz as mesmas coisas que costumava dizer. E sem ao menos lembrar do outro. As pessoas têm preguiça de reconstruir, eu acho. E o pior é que você, quando está ao lado desta pessoa, acredita no poder que a palavra ‘insubstituível’ tem.

Agora, volto ao início. Você está cega, acreditando (mesmo sem querer e sem assumir acreditar) em tudo o que está sendo a você dito. Acho isso natural. É natural que as pessoas criem ilusões, sejam inocentes, burras e, mesmo que esteja bem claro para as pessoas que estão ao seu redor, que não raramente aconselham, alertam, não há como você saber. É muito mais fácil para terceiros opinarem e estarem certos. Mas também podem estar errados. Vai saber…

Depois de um tempo, tudo isso fica pra trás e o que resta são apenas elementos que fazem parte de sua experiência de vida. Não resta saudade, não resta qualquer vestígio daquilo que você chamava de “amor eterno”. No máximo, neste sentido, restam lembranças esporádicas e efêmeras. E depois, você está preparada para ter aquela velha venda pendendo sobre seus olhos novamente, preparada para acreditar que o Sol vai girar ao seu redor. E, quem sabe, preparada para ser feliz como nunca antes.  

 Ouvindo: Marisa Monte – Não vá embora.

Pronto Desabafei.

•janeiro 19, 2008 • 2 Comentários

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Amy Winehouse é uma das cantoras que vem sendo mais reconhecida atualmente. Se você não a conhece musicalmente com certeza você já ouviu falar alguma coisa da sua vida. Elogiada pelo seu ritmo único e sua voz incrível, ela peca ao aparecer diariamente nos tablóides com seus problemas com drogas e com seu marido. 

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Na minha opinião a Amy é uma boa piada. Me divirto ao ler sobre sua vida e ver suas fotos. Ela consegue ser mais louca do Britney e como diz o Blog do Plástico Rico ela me causa nojinho, com esse picumã de ninho de passarinho com teia de aranha. Me revolto tanto que não consigo entender, juro.

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Olhando pra essa foto não dá vontade de dar uma boas risadas?? Reabilitação é pouco pra você Amy, talvez você tenha alguma chance no hospício… Eu recomendo primeiro um bom cabelereiro, um bom dentista e um bom estilista.

Não gosto de você nem da sua música, mas ainda torço para você achar o caminho da Luz, se é que você ainda tem chance.

Créditos: http://plasticorico.blogspot.com/

Boa música pra relaxar.

•janeiro 15, 2008 • Deixe um comentário

Sem direitos autorais, por favor. 😉

 Só tenho um fato a narrar: Essa música estava no MP3 de Dani sem que ela tivesse conhecimento da sua autoria. Hoje, é a que fazemos questão que seja a primeira a tocar nas “serestas” da vida.

Cansado de tudo eu tento encontrar um abrigo pras minhas emoções. A única coisa que me faz pensar que estou vivo é você.

Abro os meus olhos pra sentir toda a dor e tento esquecer o impossível. Achei a melhor maneira de refazer o meu mundo.

E sempre que isso acontece surge outro pensamento em mim, mas eu continuo do mesmo modo e agora não será…

Abro os meus olhos pra sentir toda a dor e tento esquecer o impossível. Achei a melhor maneira de refazer o meu mundo.

Vou começar de novo agora por outro caminho, tentar mudar essas incertezas.